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Bel ®
ღ *ღ Sou uma mulher cheia de desejos ... E um menina cheia de sonhos... ღ *ღ Sou uma mulher que luta ... E uma menina que chora... ღ *ღ Uma mulher que briga ... E uma menina que brinca... ღ *ღ Sou uma mulher correta ... E uma menina travessa... ღ *ღ Sou simplesmente eu mesma ... ღ *ღ Nos erros e nos acertos... ღ *ღ Às vezes careta ... Às vezes moderna... ღ *ღ Como todos... sinto frio, medo, fome, sede ... ღ *ღ E desse jeitinho chego até onde é necessário...

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The closer i get to you


APENAS PRA TENTAR COMPREENDER

Então o desejo acabou

O sonho foi desfeito

A paixão esquecida

O mundo perdido

E a vontade saciada

Então as direções mudaram

A esperança se desfez

A união foi corrompida

E a verdade amordaçada

Então tudo era destino

Foi tido como imperfeito

E os traços e caminhos

Que já estavam traçados

Hoje estão inundados

A noite não é mais a mesma

Os pesadelos são constantes

As nossas bocas agora são mudas

E nosso sentimentossão desfeitos

Assim como sempre deveria ter sido

Então a dúvida acabou e você fraquejou

Eu pensei que fosse tudo e que o passado

Havia sido esquecido e enterrado

Mas a areia se move e o ferimento

Volta a se abrir como era antes

Não há espaçopara o depois

Apenas para o que veio antes

E todo o esforço foi desnecessário

Se a única coisa que pode existir

É um outro sentimento em sua vida

Meu talento desprezado

Minhas tolices confirmadas

Das verdades que acreditei

Apenas a necessidade da mentira

Apenas o descaso do perecível

O sonho não foi longe

Foi fiel enquanto pode

E o passado volta a se repetir

A verdade fica trêmula

E a esperança derrotada

A vontade por mim foi insuficiente

E minha lealdade ausente

Ausência que causa dor

Mas que supre a virtude da verdade

E mesmo que esta verdade seja triste

É a única que pode construir meu mundo

E desta forma acaba o conto da princesa e do poeta

O poeta sonhador e sua princesa humana e realista

Um poeta que ousou demais para ter certeza

E foi infantil demais para acreditar que os sonhos

Um dia ainda podem ser possíveis e realizáveis

Mas as lágrimas não foram solitárias

Por momentos acreditaram que tudo estava certo

E mais uma vez omo nos contos infantis

Chega a surpresa e acaba com a história

Espero que assim o final tenha sido feliz

E que não existam mais histórias como esta

Para que as crianças que a ouvirem

Não fiquem triste como o poeta ficou

 

Esse texto foi gentilmente cedido por meu amigo Joffre (http://lapsodememoria.zip.net/)



Escrito por Bel ® às 15h36
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“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis”.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... ...tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E
A VIDA É MUITO
para ser insignificante"

Chaplin



Escrito por Bel ® às 12h44
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Você já reparou o quanto as pessoas falam dos outros?
Falam de tudo.
Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinzices, chatices, mesmices, grandezas, feitos, espantos.

Sobretudo falam do comportamento.

E falam porque supõem saber.

Mas não sabem.

Porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente.

Se sentissem não falariam.

Só pode falar da dor de perder um filho, um pai que já perdeu, ou a mãe já ferida por tal amputação de vida.
Dou esse exemplo extremo porque ele ilustra melhor.
As pessoas falam da reação das outras e do comportamento
delas quase sempre sem jamais terem sentido o que elas sentiram.

Mas sentir o que o outro sente não significa sentir por ele.

Isso é masoquismo.

Significa perceber o que ele sente e ser suficientemente forte para ajudá-lo exatamente pela capacidade de não se contaminar com o que o machucou.

Se nos deixarmos contaminar (fecundar?) pelo sentimento que o outro está sentindo, como teremos forças para ajudá-lo?

Só quem já foi capaz de sentir os muitos sentimentos do mundo é capaz de saber algo sobre as outras pessoas e aceitá-las, com tolerância.
Sentir os muitos sentimentos do mundo não é ser uma caixa de sofrimentos.
Isso é ser infeliz.

Sentir os muitos sentimentos do mundo é abrir-se a qualquer forma de sentimento.
É analisá-los interiormente, deixar todos os sentimentos de que somos dotados fluir sem barreiras, sem medos, os maus, os bons, os pérfidos, os sórdidos, os baixos, os elevados, os mais puros, os melhores, os santos.

Só quem deixou fluir sem barreiras, medos e defesas todos os próprios sentimentos, pode sabê-los, de senti-los no próximo.

Espere florescer a árvore do próprio sentimento.

Vivendo, aceitando as podas da realidade e se possível fecundando.

A verdade é que só sabemos o que já sentimos.

Podemos intuir, perceber, atinar; podemos até, conhecer. Mas saber jamais.
Só se sabe aquilo que já se sentiu.


Arthur da Távola



Escrito por Bel ® às 23h22
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Saudade:
é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança:
é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Angústia:
é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação:
é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão:
é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza:
é quando a idéia cansa de procurar e para.

Intuição:
é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento:
é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha:
é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Ansiedade:
é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse:
é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento

Sentimento:
é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva:
é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza:
é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade:
é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade:
é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa:
é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas geralmente, não podia.

Lucidez:
é um acesso de loucura ao contrário.

Razão:
é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade:
é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão:
é quando apesar da palavra "perigo" o desejo chega e entra.

Amor:
é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não. Amor é um exagero... Também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tem explicação,
esse negócio de amor...

não sei explicar!

Texto de Mario Prata



Escrito por Bel ® às 23h14
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De uma coisa podemos ter certeza:
De nada adianta querer apressar as coisas;
tudo vem ao seu tempo,
dentro do prazo que lhe foi previsto,
mas a natureza humana não é muito paciente.

Temos pressa em tudo,
aí acontecem os atropelos do destino,
aquela situação que você mesmo provoca
por pura ansiedade de não aguardar
o Tempo Certo.

Mas alguém poderia dizer:
Mas qual é esse tempo certo???
Bom, basta observar os sinais...

Quando alguma coisa está para acontecer
ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano,
enviarão sinais indicando
o caminho certo.

Pode ser a palavra de um Amigo,
um texto lido, uma observação qualquer;
mas com certeza,
o sincronismo se encarregará de colocar você
no lugar certo, na hora certa, no momento certo,
diante da situação ou da pessoa certa!!!
Basta você acreditar que
Nada Acontece Por Acaso!!!

Lembre-se que:
O universo sempre conspira a seu favor,
quando você possui um objetivo claro
e uma disponibilidade de crescimento.

Paulo Coelho



Escrito por Bel ® às 23h10
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RIFA-SE UM CORAÇÃO

Um coração idealista.
Um coração como poucos,
Um coração a moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar
peças em seu usuário.

Rifa-se um coração que na verdade está
um pouco usado,
meio calejado, muito machucado,
e que teima em cultivar sonhos e alimentar ilusões.
Um pouco inconseqüente e que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração que acha que
Tim Maia estava certo quando escreveu e
tão bem cantou...
"...NÃO QUERO DINHEIRO, QUERO AMOR SINCERO, É ISSO QUE EU ESPERO..."
Um idealista, um verdadeiro sonhador...

Rifa-se um coração que nunca aprende,
que não endurece e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato,
que comanda o racional sendo louco
o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações
e emoções verdadeiras.

Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra que briga, se expõe
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e as vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este mesmo coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.

Rifa-se este desequilibrado emocional que
abre sorrisos tão largos
que quase dá para engolir as orelhas,
mas que também arranca lagrimas e faz
murchar meu rosto.
Um coração para ser alugado ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado, apenas indicado para quem
quer viver intensamente,
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.

Rifa-se um coração tão inocente que se mostra
sem armaduras e deixa louco seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer a São Pedro:
-"O Senhor pode conferir, eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi
este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer."

" Rifa-se um coração,
ou mesmo troca-se por outro que tenha um
pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser
que o abriga tão carinhosamente.
Um coração que não seja tão inconseqüente.

Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que
ainda não foi adotado,
provavelmente, por ainda se recusar a cultivar
ares selvagens ou racionais,
por não querer perder seu estilo e sua
verdadeira identidade.

Oferece-se um coração vadio, sem raça,
sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos,
que mesmo estando no mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário
a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta.

(Clarice Lispector)



Escrito por Bel ® às 22h55
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Só pra descontrair,tá gente...rsss



Escrito por Bel ® às 21h31
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