
Tive uma história,de mentira talvez.......
Mas tive.
Escrito por Bel ® às 15h01
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Pensar em tudo que se passou, que se pôde sonhar e não realizou A vida tentando escapar, mas não por agora Ao mesmo tempo tanta coisa se amou, se refez, se perdeu, se conquistou, Retratos estampados do nosso amor, em preto e branco, pregados na parede, Revelando pra sempre a gente, nosso orgulho um do outro, olhando pra lente como quem dissesse "não queremos mais nada nesse mundo" e que me lembrasse a cada instante que valeu a pena cada lance, e valerá, tenha certeza, pra toda a vida.... Vou levar, vou te levar, pra onde eu for, vou te levar... Vou levar, vou te levar, pra onde eu for, vou te levar...
Música - Lobão
Escrito por Bel ® às 14h34
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Era uma vez um anjinho chamado AMOREL, muito distraído, que recebeu uma incumbência de Deus: - AMOREL, acabo de inventar os humanos. Eles estão classificados como homem e mulher, cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra. Amorel ficou contente pois, há muito tempo, o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e, ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda. A bandeja voou longe e todos os casais de humanos se misturaram. Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido e o Senhor lhes falou: - Vocês derrubaram, vocês juntarão! Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que, a cada dia, os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem. O trabalho é muito difícil, tanto é que, por muitas vezes, eles juntam casais errados pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos, o tempo todo. Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separam e, por muitas vezes, esta separação é brusca, pois não se tem tempo a perder. Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar para você agora: “Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distração pois errar não é só humano! Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando com a ajuda de vocês. Não se desesperem mas, também, não se isolem. Tentem mostrar realmente quem é cada um de vocês, pois, à medida que cada um mostrar o que é de verdade, vai tornar o nosso trabalho mais fácil. Aproveitamos a oportunidade para nos desculpar pelas separações abruptas; sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém é por que, em algum canto, vimos alguém bem mais parecido e, por isso, precisamos isolá-los para facilitar o encontro.
Jorge Kassis (Joka)
Escrito por Bel ® às 20h26
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ELEGÂNCIA

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir aos porteiros. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante, você fazer algo por alguém , e este alguém jamais saber o que você teve que se esforçar para fazê-lo... É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição... Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza... Atitudes gentis, falam mais que mil imagens... ...Abrir a porta para alguém...é muito elegante ... Dar o lugar para alguém sentar...é muito elegante... Sorrir sempre é muito elegante... e faz um bem danado para a alma... Oferecer ajuda... é muito elegante... Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras". Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.
Augusto André Felix da Silva
Escrito por Bel ® às 19h53
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Sentiria sua falta mesmo sem nunca ter te conhecido...
Escrito por Bel ® às 11h25
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Como dizer que te amo, se estamos separados? Como dizer que te amei se ainda te amo? Como dizer que te quero,se não sei se você me quer? Como dizer que te esquecerei se não vivo sem você Como dizer que quero voltar se nada terminou Como dizer que tudo foi em vão se tudo foi minha vida, e agora? Como dizer que vivo, se não vivo sem você? Continuo te amando, e sempre irei te amar, pois um amor nunca é esquecido, e quem esquece não sabe o que é amar.
(desconheço autor)
Escrito por Bel ® às 11h20
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